HUMANIDADE
23/05/2024
Sei que serei execrado, que a grande maioria não concordará comigo, mas vou dar minha cara a tapa.
Não tenho muita dúvida de que existe um projeto bem elaborado e em plena atividade que visa reduzir a massa de humanos que sobrevivem no planeta e em níveis bem acentuados. As coisas que observamos em nosso cotidiano, mormente os programas de convencimento colocados em prática, com propagandas maciças e, em geral, subliminar, através de todas as mídias e principalmente das redes sociais e aplicativos de internet e celulares, gerando modismos irresistíveis e praticamente incontestáveis, comprovam essa observação de forma inapelável.
Os métodos e ferramentas utilizados para se atingir esse objetivo são diversos e quase sempre eficazes, mas o que mais chama a atenção é a intensa campanha em curso para desestimular a reprodução humana.
O número de países onde o crescimento demográfico está reduzido a níveis preocupantes é enorme. Para se ter um exemplo, calcula-se que em 40 anos a China terá sua população reduzida dos atuais 1,3 bilhões para cerca de 700 milhões de habitantes. A quantidade de casais sem filhos ou com apenas um filho está aumentando assustadoramente.
Duas ferramentas utilizadas atualmente para reduzir o número de seres humanos são o homossexualismo e o petsismo, que estão gerando resultados bem satisfatórios. No primeiro caso é bem fácil compreender que no relacionamento homoafetivo não há reprodução. No segundo caso parece que a ampla doutrinação para que se tenha uma animal qualquer como se filho fosse, leva à substituição dos filhos por pets, principalmente cachorros.
De toda forma, o futuro da humanidade não se mostra muito alvissareiro.
E quem lucra com isso?
Como sempre quem ganha são os detentores do capital, o clube do 1%, que imagina uma grande redução dos custos de manutenção de um rebanho humano imenso, ao mesmo tempo que calcula uma facilitação acentuada do controle e escravização dos humanos restantes, facilitando portanto a sua vida farta, confortável e sem riscos para si e os demais escolhidos.