A HUMANIDADE EM RISCO

30/04/2024

HumanidadeNunca a humanidade correu tanto risco como agora, nem na peste, nem na guerra fria e suas crises de mísseis, nem em qualquer outra guerra que ocorrrese em qualquer canto desse planeta, mesmo que durasse cem anos.. Talvez as exceções sejam as eras glaciais que, no entanto, superamos. Não sei se conseguiremos superar os riscos atuais.
Estão acontecendo algumas coisas que nos ameaçam de forma muito intensa e contra as quais não se observa uma reação efetiva ou suficientemente forte para mobilizar as pessoas.
A primeira, talvez a mais avançada e uma das mais perigosas é a dominação total do rebanho humano, a destruição de suas capacidades mentais de entender, memorizar, raciocinar, extrapolar, etc, impedindo o aprendizado das coisas reais, doutrinando para o mal, a escravidão, levando as pessoas à regressão evolutiva, destruindo as relações ditas civilizadas, acabando com o respeito às coisas e aos seres, destruindo noções de amor, cooperação, ética, altruísmo, etc. Essa dominação se faz com uma ferramenta simples, barata e custeada pelos próprios seres humanos: chama-se celular e suas redes sociais.
Outra ação que pretende destruir a humanidade é o nascimento de novas formas de Estado, destruindo -se as estruturas que conhecemos como Estado e substituindo-as por novas organizações que hoje conhecemos como CORPORAÇÕES EMPRESARIAIS. Claro está que essas corporações assumindo a governança do planeta agirão exclusivamente em defesa de seus interesses economicos, em busca de seus lucros estratoféricos, enquanto puderrem, enquanto for viável, às custas de tudo e de todos.
Uma terceira via de destruição da humanidade é a Inteligência Artificial, desenvolvida pelos seres humanos com os mesmos propósitos de sempre : aumentar o lucro dos poderosos donos das coisas e diminuir ao máximo a necessidade de ação humana, incluido a capacidade de pensar e memorizar, deixando essas atividades cansativas às máquinas.  Acontece que o desenvolvimento da I.A. não tem limites e quando atingir o ponto sem retorno, o ponto à partir do qual as máquinas se desenvolverão por si mesmas, obtendo novos conhecimentos, ampliando suas memórias e suas capacidades, construindo suas próprias máquinas efetoras, buscando suas próprias fontes energéticas, enfim, deixando de precisar do homem e,aí, não dando a mínima importância à massa de humanos que estarão morrendo de inanição.
Enfim, estamos realmente em risco iminente, mas parece que a maioria de nós não percebe isso e não acredita no que os estudiosos estão dizendo. Os alarmes não estão sendo insuficientes.

DEUS, PÁTRIA E FAMÍLIA

25/04/2024

SímboloÉ o mantra da extrema direita em todo o mundo. Só que para eles o significado é diferente:
Deus: ferramenta para dominar populações visando lucro próprio;
Pátria: ferramenta para explorar as populações para lucro próprio;
Família: conceito usado como ferramenta para acumular lucro pessoal.

MODA/MODISMO

11/04/2024

ModaMODA, NÃO NO CONCEITO MATEMÁTICO MAS NO SENTIDO DE MODISMO, É FOGO NA ROUPA.
Cria, descria, vira, mexe, vai, vem, volta, revira, remexe, acaba, começa...
Moda mexe com todo mundo, quase sempre para o mal e raramente para o bem; poucos se colocam fora da moda e menos ainda a rejeitam.
A moda sempre existiu, desde nossos tempos de hominídeos e existe entre outros animais, felizmente em muito poucas espécies.
A direita e mais ainda a extrema direita estão na moda; falar bobagens para defender bobagens ainda maiores está na moda; se mostrar como idiota ou como otário está na moda.
Até na medicina e na atenção à saúde como um todo existe a moda. Há alguns anos tornou-se moda o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade. O resultado é que 90% das crianças mais inteligentes e mais ativas ou curiosas passaram a ser rotuladas - veja bem, rotuladas e não diagnosticadas - como portadoras de TDAH.
Essa moda está se arrefecendo, felizmente, mas agora entrou em moda o autismo, com um nome bem bonito: TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA !
Coitadas das crianças, coitado de quem é diferente, coitados dos que sofrem, coitados dos que não compreenderam, coitados dos que seguem a moda, coitados dos que desprezam a moda, coitados dos que vivem sob o IMPÉRIO DAS DROGAS, digo, império da moda.

ISRAEL

19/04/2024

GeoplíticaO Estado de Israel não aceita um estado palestino porque sentem como se fosse uma rendição, ou no mínimo uma confissão de que errou por todos essas anos o que, pensam seus governantes, poderia demonstrar algum tipo de fraqueza e eles têm medo absoluto de se mostar fracos, ou irresolutos, ou ainda sem condições de manter sua existência e assim estimular os países árabes, persas ou qualquer outro inimigo a se unirem para ataca-los e até destruí-los.
Assim o medo faz com que os governos israelenses utilizem sempre o ataque como sua melhor defesa, procurem demonstrar força em todos os sentidos, inclusive quanto aos seus aliados e mantenedores, escusando-se sempre com o discurso de autodefesa, e buscando a cada vez ataques com alto grau de letalidade.
Pensam que a formação de um estado palestino poderia destruir seu país. Será bem complicado convencer-lhes de que não seria assim.

DROGAS

05/04/2024

DrogasO problema das drogas de ação central, que alteram a percepção da realidade alterando o funcionamento do cérebro, sejam lícitas ou ilegais, não é para quem as utiliza, mas é o malefício que causam a terceiros, é o risco imenso que as pessoas, mesmo as que não as utilizam, estão correndo de serem afetadas de forma grave por ação de outras pessoas desnorteadas por efeito químico.
Claro que aos governos interessa a legalização porque trariam economia enorme nos gastos com a repressão ao tráfico à distribuição, mas não consideram o aumento exponencial dos gastos com saúde e  com os reparos aos danos causados por usuários desconectados.
Aos produtores, atacadistas, distribuidores e comerciantes em geral o lucro pode até ser menor, já que terão que pagar impostos, salários com todos os encargos e ainda com queda dos preços, visto que a venda legal não justificaria a mais valia dos riscos criminais de produção e distribuição. Mas haveria a vantagem de não serem mais criminosos, podendo ter vida praticamente normal.
Então a discussão deve ser mais ampla e as decisões devem ser bem embasadas, mas os danos pessoais e sociais não serão mitigados com a legalização, assim como ocorre com o álcool e outras drogas legais.

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